domingo, 16 de novembro de 2008

A universidade da gente

“Não apenas leia – Nuño advertia – Aprenda e tente memorizá-los o mais completamente possível, para não precisar consultá-los no futuro. Um livro pode ser queimado ou perdido, mas se você realmente absorve o que existe nele, o livro se torna parte de você e o conhecimento o acompanhará até o fim da vida.”

O trecho acima é do Livro O Último Judeu de Noah Gordon. Especificamente, trata-se de um médico conversando com o seu aprendiz.

Então me recorre um pensamento. Quantos de nós, na Universidade, absorvemos conhecimento dessa maneira? Provas, presenças, sensações de aprendizado não passam de...

Mentiras!

A Universidade passa a ser uma mentira. Eu chutaria uns 10% de verdade (felizes daqueles que a detém, mas cretinos daqueles que não a disseminam).

E na engenharia? Ainda tem gente – professores e alunos – que acham que eu sei de alguma coisa, que eu sou diferenciado. RÁ RÁ RÁ RÁ RÁ

Faz-me rir, querido. Posso até ser em outros aspectos – como este de agora – mas no conhecimento? Sou um fiasco total. E não permitirei isso. Ah, isso não! Deixa só eu ajeitar umas coisas aqui...

Essa não é a Universidade que eu prezo, não deveria ser assim. Ok, não aprender uma ou outra disciplina não é um problema, mas daí a TUDO ser superficial, é demais!

“Avante, irmãos, rumo à exceção, ou seja, ao aprendizado sedimentado!”

Pensai.

Nenhum comentário: